Exotics participa do Congresso Agetra 2018

Inicia às 18h desta quinta-feira, 27 de setembro, no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o XXXII Congresso Estadual dos Advogados Trabalhistas da Agetra. O tema Os desafios da advocacia diante da Reforma Trabalhista – políticas e instrumentos de resistência propõe que o debate tenha como foco o exercício da cidadania e da representação coletiva, assim como as relações humanas e de trabalho num cenário de novas tecnologias e de novas modalidades de contratos.

A equipe da Exotics Informática estará no evento na quinta e na sexta-feira, em espaço destinado a receber os participantes, apresentar os sistemas oferecidos pela empresa – especialmente o Memorial Trabalhista, programa online desenvolvido para realizar todos os cálculos trabalhistas – e esclarecer as dúvidas sobre a utilização e funcionalidades.

Também será realizado o sorteio de um ano de acesso ao Memorial Trabalhista. Basta visitar nosso espaço, preencher o cupom e depositar na urna. O sorteio será realizado na tarde de sexta-feira.

Nos vemos lá!

Emenda que cria TRF no Paraná é promulgada no Congresso

Na manhã desta quinta-feira, 6 de junho, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional que cria mais quatro unidades do Tribunal Regional Federal (TRF) no País, contemplando o Paraná, Amazonas, Bahia e Minas Gerais. A partir de agora, o texto deixa de ser uma proposta e passa a integrar a Constituição Federal.

O prazo para a implantação dos tribunais é de seis meses. O primeiro passo para que sejam estabelecidos é a regulamentação dos TRFs, que deve ser feita por meio de aprovação de uma Lei no Congresso.

O Projeto de Lei deve conter detalhes sobre o número de funcionários, previsão de gastos e como funcionará a instalação desses tribunais. O texto será elaborado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e tramitará internamente antes de ser apreciado por deputados e senadores.

Até então, o Brasil contava com cinco regionais da Justiça Federal de segunda instância. O Paraná será sede da 6ª Região, que abrange, ainda, os Estados de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. A 7ª Região será em Minas Gerais, a 8ª, na Bahia, integrando somente o Sergipe. Já da 9ª Região, com sede no Amazonas, fazem parte também Roraima, Acre e Rondônia.

Os Estados sedes dos novos TRFs vão se desmembrar dos cinco tribunais já existentes, localizados em Brasília, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.

Todo o processo de criação dos quatro novos Tribunais durou 10 anos. A mobilização, por sua vez, existe há 20 anos. Durante todo o período, a luta foi apoiada pela Ordem dos Advogados do Paraná (OAB-PR), pela Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe) e pela imprensa paranaense, além da Associação Comercial do Paraná (ACP) e parlamentares que representam o Estado.

Na imagem, veja como é e como vai ficar a divisão dos Tribunais Regionais Federais:

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Com informações do Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.

O meio ambiente sem o homem

A sobrevivência humana e o desenvolvimento das cidades sempre dependeram da utilização dos recursos naturais, considerados inesgotáveis nos primórdios da civilização. O uso predatório, marcado pela falta de planejamento e de valorização da fauna e da vegetação, deixa rastros incontornáveis, embora não se trate de uma descoberta recente.

Veja essa imagem que encontramos pela internet:

o mundo sem nós

É crescente a consciência da população na busca por energias renováveis e limpas, construções ambientalmente responsáveis, materiais reutilizáveis etc. Sustentabilidade é um termo que está, de fato, em pauta. E que bom!

Esperamos que você tenha gostado de acompanhar o conteúdo publicado por aqui nesta semana e que, de alguma forma, as dicas e os alertas tenham contribuído também para o desempenho da sua cidadania.

Investimentos e consciência para proteger a água

Rio Paraná na divisa com São Paulo / Crédito: Renan GG

Rio Paraná na divisa com São Paulo. Crédito: Renan GG

Milhões de reais destinados à despoluição de rios nas cidades poderiam ser economizados se os governos tivessem investido efetivamente no tratamento de esgoto e a sociedade brasileira mudasse padrões culturais, na avaliação da bióloga Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica.

A partir de dados do governo, a bióloga disse que a falta de saneamento básico e a ausência de mata ciliar nos rios e nascentes têm levado algumas regiões ao colapso. Segundo ela, o Sudeste é uma das que mais sofrem com as consequências desse cenário.

“A população desses Estados perde o efeito regulador de clima proporcionado pelas florestas. É esse serviço que, no período de seca, faz com que a vegetação contribua para manter o nível dos lençóis freáticos e, na época de chuva, evita a erosão de encostas”, explicou. “Nunca tínhamos visto uma seca extrema no Rio Grande do Sul como tem ocorrido nos últimos anos, com produtores enfrentando problemas graves e tendo que receber água de caminhão-pipa”, completou.

Nas áreas rurais, segundo Malu Ribeiro, o problema é o uso intenso de agrotóxicos que acabam chegando aos rios, e, nas zonas urbanas, a falta de tratamento de esgoto, a poluição e os resíduos lançados a céu aberto.

Nas cidades, segundo ela, os brasileiros não mostram preocupação com a escassez de água e nem com o desperdício. “É um luxo cultural negativo do Brasil, que acha que tem muita água. Precisamos lembrar que a água não é distribuída igualitariamente, por exemplo. A gente vive a cultura da abundância e do desperdício: canta no chuveiro, lava calçadas, brinca no tanque. Mudar esse comportamento é muito difícil”, disse.

Estes são os principais trechos de uma reportagem publicada no final de maio pela Agência Brasil. Agora, recuperamos dicas bem simples, aprendidas na infância, sobre o cuidado com a água:

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1. Escolha um paisagismo apropriado para o clima da região em que você vive. Plantas nativas e gramíneas que se desenvolvem somente na chuva são as melhores.

2. Instale chuveiros e torneiras de baixo fluxo. Economizando água quente, você também reduzirá sua fatura energética.

3. Compre descargas de baixo volume, volume ultra-baixo ou modelos de dois fluxos.

4. Conserte torneiras com vazamentos. Todas essas gotas desperdiçadas chegam às vezes a até 95 litros por dia.

5. Coloque a máquina de lavar louça ou máquina de lavar roupa para funcionar somente quando estiverem cheias. Quando for a hora de substituí-las, compre um modelo energeticamente eficiente.

6. Coma menos carne, especialmente bovina. Um hambúrguer tradicional pode gastar 2.385 litros para ser produzido.

7. Compre menos coisas. Tudo leva água em sua produção. Então, se comprarmos menos, diminuiremos nossa pegada hídrica.

8. Recicle plásticos, vidros, metais e papel. Compre produtos que podem ser reutilizados e diminua sua quantidade de lixo. Assim, ao mesmo tempo poupa-se água, pois, na produção de novos itens a água também é consumida.

9. Feche a torneira enquanto escova os dentes e lava os pratos e use um minuto ou dois de seu banho, no máximo, para fazer a barba.

10. Conheça sua fonte de água: rio, lago ou aquífero que abastece sua casa. Uma vez que você o conhece, você se preocupará mais com isso e não vai mais querer desperdiçar água.

Atividades marcam a Semana do Meio Ambiente em Porto Alegre

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Vista aérea do Parque Marinha do Brasil

Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, são reforçadas as ações de conscientização nas cidades, com programações diversas para discutir o tema. Em Porto Alegre, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente promove atividades até domingo.

Na tarde de hoje, por exemplo, haverá plantio de árvores nativas no Parque Marinha do Brasil. A programação completa está disponível no site da SMAM.

A 29ª Semana do Meio Ambiente  de Porto Alegre se encerra com a mostra Lixo do Dilúvio, que vai expor, também no Parque Marinha do Brasil, das 10h às 17h de domingo, objetos removidos durante a limpeza do Arroio, em maio. Este seja, talvez, o momento mais marcante de toda a diversificada programação em comemoração à data.

Isso porque o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) retirou 230 toneladas de lixo dos cerca de 10 km de extensão do Arroio.

Registro do primeiro dia de limpeza do Arroio Dilúvio. Crédito: Ricardo Giusti/PMPA

Registro do primeiro dia de limpeza do Arroio Dilúvio. Crédito: Ricardo Giusti/PMPA

Entre os materias descartados irregularmente e removidos pelo DMLU estão 625 pneus, oito sofás, carrinho de bebê, cadeiras de rodas, piscina plástica, fogão, geladeira, carcaça de computador, de televisor, de ventilador e de orelhão, cinco bicicletas entre muitos outros objetos.

Durante décadas, com águas claras e límpidas, o Dilúvio serviu para pesca e banho. No entanto, o período faz parte apenas da memória dos porto-alegrenses.

O Arroio Dilúvio divide os dois sentidos da Avenida Ipiranga, uma das vias mais importantes de Porto Alegre. Na Capital, a nascente está localizada na Lomba do Pinheiro e desemboca no Guaíba.

O Dilúvio na época em que era utilizado para banho e diversão. Crédito: Divulgação/PMPA

O Dilúvio na época em que era utilizado para banho e diversão. Crédito: Divulgação/PMPA

Pensar. Comer. Conservar

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O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano, comemorado em 5 de junho, é um alerta contra o desperdício de alimentos. Mais de um bilhão de toneladas de comida são perdidas a cada ano. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), um terço dos alimentos são gastos durante os processos de produção e venda, um desperdício equivalente a um trilhão de dólares.

Mundialmente, a iniciativa de conscientização é coordenada pela FAO e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e tem o apoio de diversas organizações. A campanha global pretende atingir consumidores, comerciantes e outros atores sociais da área sobre o assunto.

“Nas regiões industrializadas, quase metade da comida descartada, cerca de 300 milhões de toneladas por ano, ainda está própria para o consumo. Esta quantidade é equivalente a toda a produção de alimentos da África Subsaariana, e suficiente para alimentar 870 milhões de pessoas”, informou o Diretor-Geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva. Ele afirma que, com as alterações necessárias, podemos ter um mundo sem pessoas com fome e mais saudável.

“Em um mundo com uma população de 7 bilhões de pessoas, que deve chegar a 9 bilhões até 2050, o desperdício de alimento não faz sentido, seja do ponto de vista econômico, ambiental ou ético”, afirma o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner.

“Além da perda de produção, são desperdiçados também recursos como água, terras cultiváveis, insumos agrícolas e tempo de trabalho – sem contar a geração de gases-estufa pela comida em decomposição e pelo transporte dos alimentos”, acrescenta.

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O modelo de produção de alimentos causa implicações profundas no meio ambiente. Veja os dados a seguir:

– Mais de 20% das terras cultiváveis, 30% das florestas e 10% dos pastos no mundo estão degradados;

– Pelo menos 70% da água consumida no mundo é utilizada pela agricultura;

– A produção de alimentos consome, globalmente, quase 30% da energia disponível para usuários finais;

– A agricultura contribui com mais de 30% das emissões globais de gases de efeito estufa;

– Por conta da pesca descontrolada, 30% das áreas pesqueiras são consideradas esgotadas.

As ações da campanha Pensar. Comer. Conservar. Diga não ao desperdício fornecem informações e dicas para evitar o desperdício, reduzir o impacto ambiental e poupar recursos. Os consumidores são incentivados a não se deixar seduzir por estratégias para consumir mais do que o necessário, enquanto os comerciantes podem oferecer descontos em produtos próximos da data de validade.

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Já que todos nós somos consumidores, é importante prestar atenção às dicas:

Compra inteligente: planeje quais ingredientes serão usados nas suas refeições, faça listas, compre direto de produtores, evite comprar por impulso e não caia em estratégias para adquirir mais do que o necessário.

Frutas em formatos “divertidos”: muitos vegetais são descartados nos supermercados simplesmente porque seu formato ou cores não estão “adequados”. Ao comprar esses alimentos em feiras livres e outros pontos de venda, você está adquirindo comida que poderia ser jogada fora.

Compreenda as datas de validade: a frase “consumir preferencialmente antes de” não significa que o produto não pode mais ser consumido. Avalie bem antes de descartar.

Sem relíquias na geladeira: sites como o www.lovefoodhatewaste.com, do WRAP, ensinam receitas criativas para você utilizar tudo o que comprou, mesmo o que está esquecido na geladeira.

Outras ações sugeridas: congele, peça porções menores nos restaurantes, não desperdice sobras de refeições anteriores (desde que estejam em condições de consumo); e doe para banco de alimentos, abrigos e outras instituições.

Separe o lixo em casa

Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Exotics Informática presta uma singela contribuição: vamos publicar textos e recomendar leituras sobre o assunto aqui no blog. Cada um faz a sua parte e, juntos, cuidamos do local em que vivemos.

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Separar e reciclar o lixo é uma das formas mais simples de exercer a educação ambiental. Ao destinar o lixo seco para a reciclagem, evitamos que ainda mais recursos naturais sejam extraídos do meio ambiente para a fabricação de novos produtos. A atitude estimula, ainda, a geração de emprego e renda.

Abaixo, listamos nove dicas simples para ajudá-lo a incorporar a coleta seletiva e, preferencialmente, envolver toda a família na ação.

1. Separe o lixo seco e úmido. Para facilitar o processo, não é necessário separar o lixo em papel, plástico, vidro, alumínio, não-recicláveis e orgânicos. Basta um cesto grande para secos e um menor para úmidos, já que todo o material passará por uma nova triagem e separação.

2. Lave os materiais recicláveis para retirar resíduos, evitar contaminação e odor forte. É o caso da caixa de leite, que precisa passar por uma limpeza simples. Mas, lembre-se: economizar água também faz parte do processo, seja cuidadoso.

3. Ao descartar, armazene os materiais adequadamente para economizar espaço e facilitar o transporte. Resíduos de papel, como jornais e revistas, podem ser separados em malotes, já as garrafas PET devem ser amassadas e fechadas com a tampa. Para vidros, utilize caixas, e não sacolas.

4. Inclua produtos responsáveis na sua lista de compras. Dê preferência aos sustentáveis, especialmente sob o ponto de vista da embalagem.

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5. Descarte pilhas, baterias, aparelhos eletrônicos e lâmpadas em lugares específicos. Quando jogados no lixo comum, eles demoram muito tempo para se decompor e liberam elementos tóxicos que contaminam os solos. Na maioria das cidades, a Prefeitura e a Câmara de Vereadores são pontos de coleta.

6. Cuidado com o óleo de cozinha que não será mais utilizado. Se ele escorre pelo ralo, impossibilita o tratamento da água que vai para o esgoto. O ideal é aproveitar garrafas PET para armazenar e, então, descartar.

7. O que não vira lixo, como isopor, adesivos, guardanapos, papel higiênico e plásticos laminados, deve ser separado dos orgânicos. Em um aterro sanitário moderno, estes materiais são transformados em energia.

8. Não sabe para onde levar o lixo reciclável? Informe-se na Prefeitura de sua cidade. Cada município possui suas regras e dias específicos para coleta, e o mesmo acontece em condomínios e prédios. Outra opção é doar diretamente para cooperativas – consulte aqui se há alguma em sua cidade.

9. Além de separar o material orgânico, você pode montar uma composteira, que transforma o lixo em adubo para plantas em poucas semanas. Caso resida em apartamento, é só adaptar o tamanho.

Exotics Informática visita a terceira edição da Bits em Porto Alegre

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Realizada no Centro de Eventos da FIERGS entre os dias 14 e 16 de maio, a Bits (Business IT South America) é uma feira de negócios digitais. Esta é a terceira edição da versão latino-americana da CeBIT, um dos maiores eventos tecnológicos do mundo.

Entre os principais temas discutidos em palestras, destaque para o futuro da tecnologia da informação, e-books, segurança e cloud computing.

Na visita à Feira, Leandro Prusch, sócio e desenvolvedor dos sistemas da Exotics Informática, e Fabiane Prusch, gerente comercial da empresa, buscaram informações sobre tecnologia de armazenamento de dados na nuvem, gestão de implementação de processos de qualidade e tecnologias inovadoras. Também visitaram os estandes com mostras de inovação da PUC-RS e da Unisinos.

Expositores

Um dos diferenciais da Bits é expor e dar visibilidade a empresas de diferentes portes relacionadas a Tecnologia da Informação e Comunicação. Participaram 206 empresas de 20 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, China, Colômbia, Coréia do Sul, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Honduras, Itália, México, Paraguai, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Senegal, Uruguai.

Do Brasil, 147 empresas estiveram representadas no evento.  Entre as tendências apontadas por elas na feira aparecem a oferta de soluções customizadas e atuação por verticais do mercado, resultado do relacionamento cada vez mais estreito com o cliente.

MPEs gaúchas geram mais de 27 mil empregos no primeiro trimestre deste ano

Somente em março, as micro e pequenas empresas do Estado criaram mais de 12 mil postos de trabalho, média superada apenas por São Paulo

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Os três primeiros meses de 2013 trouxeram marcos positivos para a geração de emprego no Rio Grande do Sul. No período, as micro e pequenas empresas (MPEs) gaúchas admitiram mais de 27 mil funcionários. Em março, foram responsáveis por 12.241 postos de trabalho.

De acordo com  o presidente do SEBRAE/RS, Vitor Augusto Koch, os pequenos negócios contavam com cerca de quatro mil funcionários a menos na mesma época do ano anterior. O aumento, segundo ele, comprova a importância das micro e pequenas empresas para a economia gaúcha e brasileira.

“Como totalizam 99% dos empreendimentos no Estado e no País e exercem papel fundamental na geração de emprego e renda, precisamos olhar com muita atenção para as suas necessidades e potencialidades”, avalia.

Além disso, os números colocam o Rio Grande do Sul na segunda posição no país por criação de trabalho, atrás apenas de São Paulo. Enquanto isso, as médias e grandes empresas (MGEs) contrataram 15.438, e a administração pública, 425.

Entre os setores, MPEs de serviços e de indústria da transformação foram as principais responsáveis pelo saldo positivo de empregos formais no Estado, seguidos pelo comércio e pela construção civil.

No Brasil, os pequenos negócios criaram 63. 972 postos de trabalho no mês de março, enquanto as MGEs abriram 41. 912 vagas de emprego.

há vagas